Considerado um dos melhores livros do gênero no ano, Rita Lee, Uma Autobiografia (Globo Livros), concorre com as biografias de Caio Prado Júnior (de Luiz Bernardo Pericás); Roberto Civita (de Carlos Maranhão) e de Zózimo Barrozo do Amaral (de Joaquim Ferreira dos Santos).
“Ao escrever o livro, achei que falar dos traumas da vida seria muito mais pesado do que foi. Senti que foi bom: percebi que nada era tão ruim quanto eu achava. Esses assuntos ficavam como uma nuvem na minha cabeça, em cantos meio escuros, sem que eu pensasse muito neles. Colocar no papel foi a melhor terapia que fiz na vida. Me fez um bem danado. Escrevi e me libertei. Aliás, escrever a bio foi como se eu estivesse me olhando de fora. Sabe quando dizem que antes da morte passa aquele filminho da nossa vida toda? Foi assim que aconteceu, vi o filminho. Mas com a diferença de que estou viva”, disse Rita em recente entrevista a QUEM.
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